{"id":1630,"date":"2020-01-21T10:29:00","date_gmt":"2020-01-21T13:29:00","guid":{"rendered":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/?p=1630"},"modified":"2022-05-05T00:30:45","modified_gmt":"2022-05-05T03:30:45","slug":"implicacoes-geoeconomicas-da-nova-rota-da-seda-no-sistema-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/?p=1630","title":{"rendered":"Implica\u00e7\u00f5es geoecon\u00f4micas da Nova Rota da Seda no sistema internacional"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\"><b>Volume 7 | N\u00famero 68 | Jan. 2020<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\">Por Bernardo Salgado Rodrigues&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<table align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/d\/df\/Silk_Road-pt.svg\/1920px-Silk_Road-pt.svg.png\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" border=\"0\" data-original-height=\"419\" data-original-width=\"800\" height=\"167\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/d\/df\/Silk_Road-pt.svg\/1920px-Silk_Road-pt.svg.png\" width=\"320\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\">Wikipedia<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Uma das prioridades da pol\u00edtica externa do presidente Xi Jinping foi o ressurgimento dos la\u00e7os da China com o resto do continente euro-asi\u00e1tico, atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o das chamadas \u201cRotas da Seda\u201d, uma alus\u00e3o ao termo cunhado em 1877 pelo ge\u00f3grafo prussiano Ferdinand von Richthofen para descrever as rotas comerciais que conectavam a China ao oeste do Mediterr\u00e2neo durante as dinastias Han e Tang. (STUENKEL, 2016, pp.168-169; FRANKOPAN, 2018, p.2) Ao buscar reestabelecer o corredor econ\u00f4mico que uniu Oriente e Ocidente no primeiro mil\u00eanio da era crist\u00e3, a China intenta fortalecer os la\u00e7os econ\u00f4micos entre \u00c1sia, \u00c1frica e Europa com investimentos de bilh\u00f5es de d\u00f3lares, que favoreceriam a conex\u00e3o e o com\u00e9rcio entre os pa\u00edses, assim como confirmaria, direta ou indiretamente, a disputa pelo poder global.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Em 2013, a Nova Rota da Seda (NRS), tamb\u00e9m conhecida como Cintur\u00e3o e Rota, ou One Belt One Road (OBOR), foi proposta pelo presidente chin\u00eas Xi Jinping durante uma visita oficial \u00e0 \u00c1sia Central. Como maior conjunto de obras da hist\u00f3ria da humanidade, o projeto foi anunciado com or\u00e7amento de quase US$ 1 trilh\u00e3o em investimentos em infraestrutura, principalmente na forma de empr\u00e9stimos, para cerca de 1.000 projetos, possibilitando a propaga\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica ao criar um mundo interligado de linhas de trem, rodovias, portos de \u00e1guas profundas e aeroportos que permitir\u00e3o o crescimento das liga\u00e7\u00f5es comerciais cada vez mais intensas e r\u00e1pidas. (FRANKOPAN, 2018, p.15)         A NRS cobre uma \u00e1rea de aproximadamente 70% da popula\u00e7\u00e3o global, produz cerca de 55% do PIB mundial e possui cerca de 75% das reservas de energia conhecidas, exigindo a colabora\u00e7\u00e3o entre quarenta governos localizados ao longo da rota da seda terrestre e mar\u00edtima.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><a name='more'><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A c\u00fapula de Pequim tenta retratar uma vis\u00e3o compartilhada &#8220;win-win&#8221; multilateral, que conecta toda a Eur\u00e1sia na forma de coopera\u00e7\u00e3o em distintas \u00e1reas, desde a redu\u00e7\u00e3o de barreiras comerciais (incluindo obst\u00e1culos burocr\u00e1ticos), combate ao crime internacional, at\u00e9 seguran\u00e7a mar\u00edtima. (STUENKEL, 2016, p.155) Seu escopo \u00e9 t\u00e3o amplo que o prazo para sua realiza\u00e7\u00e3o foi fixado em mais de trinta anos, com a primeira fase do projeto a ser conclu\u00edda em 2021 (ano do centen\u00e1rio de cria\u00e7\u00e3o do Partido Comunista Chin\u00eas) e o projeto como um todo realizado at\u00e9 2049 (ano do centen\u00e1rio da Revolu\u00e7\u00e3o Comunista Chinesa).&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Diferentemente da concentra\u00e7\u00e3o comercial da antiga Rota da Seda, o projeto \u201cUm Cintur\u00e3o, Uma Rota\u201d inclue um sistema interconectado de transporte, energia e infraestrutura digital, que se transformaria gradualmente em conglomerados industriais e zonas de livre com\u00e9rcio e, em seguida, num corredor econ\u00f4mico que abrangeria constru\u00e7\u00e3o, log\u00edstica, energia, manufatura, agricultura e turismo, culminando no nascimento de um grande mercado comum (MA\u00c7\u00c3ES, 2018, p.10) e desempenhando um papel decisivo no futuro geopol\u00edtico da Eur\u00e1sia. (STUENKEL, 2016, p.159)&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Este projeto seria vi\u00e1vel atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de configura\u00e7\u00f5es institucionais, como o Banco Asi\u00e1tico de Investimento em Infraestrutura (AIIB), em opera\u00e7\u00e3o desde 2016 com capital de US$ 100 bilh\u00f5es, assim como o pr\u00f3prio Fundo da Rota da Seda (Silk Road Fund), um fundo de investimento estatal do governo chin\u00eas criado em 2014, com aporte inicial de US$ 40 bilh\u00f5es, para promover o aumento de investimentos em pa\u00edses ao longo do One Belt, One Road. Entretanto, uma das quest\u00f5es-chave continua sendo a forma de criar um financiamento de baixo custo nos mercados globais de capitais, cuja entrada do mercado de capitais privado ser\u00e1 necess\u00e1ria, criando seus pr\u00f3prios mecanismos financeiros relacionados com a NRS.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Em maio de 2017, a China reuniu cerca de trinta l\u00edderes nacionais em uma c\u00fapula inaugural dedicada a apresentar o conceito de Cintur\u00e3o e Rota ao mundo inteiro. A realiza\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum Belt and Road para a Coopera\u00e7\u00e3o Internacional foi apresentado como uma possibilidade real de alterar o jogo da economia global, um modelo de &#8220;globaliza\u00e7\u00e3o inclusiva&#8221;. Concomitantemente, foram marcados por uma exibi\u00e7\u00e3o p\u00fablica das dificuldades e oposi\u00e7\u00e3o enfrentadas pelo projeto (MA\u00c7\u00c3ES, 2018, p.12), tanto em termos locais como globais.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<blockquote style=\"text-align: justify;\"><p><i>Given how expensive and durable the construction of train and road links is, Xi\u2019s large-scale investments in the region may tie neighbors into a sinocentric Asia for decades, significantly reducing their governments\u2019 capacity or incentives to oppose China. [\u2026] Western analysts often point out that China is likely to encounter strong resistance to its plan to strengthen connectivity both on land and sea. Among others, resurgent Russia and a more ambitious India are supposedly eager to block Beijing\u2019s schemes. While such a possibility indeed exists, Chinese roads and ports are more likely to be welcomed with open arms by those who rightly see them as a chance to boost economic development. (STUENKEL, 2016, p.171) <\/i><\/p><\/blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\">A iniciativa possui componentes terrestres e mar\u00edtimos, conhecidos respectivamente como o Cintur\u00e3o Econ\u00f4mico da Rota da Seda (Silk Road Economic Belt) e a Rota Mar\u00edtima da Seda do s\u00e9culo XXI (Twenty-First-Century Maritime Silk Road). No mapa da Eur\u00e1sia, a NRS aparece com nove flechas cruzando o continente em todas as dire\u00e7\u00f5es: seis corredores econ\u00f4micos em terra e tr\u00eas rotas mar\u00edtimas. Desta forma, o idealizador do projeto, Xi Jinping, prev\u00ea uma &#8220;estrada mar\u00edtima&#8221; de Quanzhou, na prov\u00edncia de Fujian, na China, para a Europa, atrav\u00e9s do Estreito de Malaca, Kuala Lumpur, Sri Lanka, Nair\u00f3bi e Djibuti, al\u00e9m de duas outras rotas: uma atrav\u00e9s do Cazaquist\u00e3o, Quirguist\u00e3o e Ir\u00e3 a caminho da \u00c1ustria; e uma rota mar\u00edtima da China para Antu\u00e9rpia, na B\u00e9lgica. (STUENKEL, 2016, p.170) Ressalta-se ainda que a regi\u00e3o possui um com\u00e9rcio de mercadorias de cerca de US$ 2 trilh\u00f5es a cada ano, mais que o dobro do volume do com\u00e9rcio transatl\u00e2ntico e transpac\u00edfico. Complementarmente, \u00e9 o eixo da economia mundial onde as restri\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e legais s\u00e3o mais significativas e, portanto, onde o potencial de crescimento \u00e9 elevado.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<blockquote style=\"text-align: justify;\"><p><i>In the description presented in Astana, the Belt looks like an extremely ambitious trade agreement organized along five separate dimensions. First, policy coordination, by which Xi means the attempt to find common ground for different national development policies. Second, transport infrastructure. Third, trade, the removal of trade barriers in the countries along the ancient Silk Road. Fourth, currency integration. Fifth, encouraging more intense exchanges and contacts between people. (MA\u00c7\u00c3ES, 2018, p.25)&nbsp;<\/i><\/p><\/blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m dos fatores apresentados, a NRS para a China consiste num meio para tergiversar o \u201cDilema de Malaca\u201d: um choke point<a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/u\/1\/blogger.g?blogID=2974965557809810859#_ftn1\">[1]<\/a> de vulnerabilidade chinesa a partir de um poss\u00edvel bloqueio naval americano do estreito de Malaca em caso de conflito, numa regi\u00e3o que trafega 80% do petr\u00f3leo importado da China. (MA\u00c7\u00c3ES, 2018, pp.21-22) Alinhado a este fator geopol\u00edtico, a NRS proporciona um meio para desenvolver ainda mais o renminbi como uma moeda global de com\u00e9rcio e investimento, criando oportunidades para sua maior utiliza\u00e7\u00e3o em transa\u00e7\u00f5es internacionais, especialmente aquelas relacionadas ao desenvolvimento de energia e ao investimento em infraestrutura, possibilitando maior capta\u00e7\u00e3o de recursos e incentivando as empresas a utilizar a moeda no com\u00e9rcio transfronteiri\u00e7o. (MA\u00c7\u00c3ES, 2018, pp.22-23)&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Em outros termos, a NRS n\u00e3o se configura \u00fanica e simplesmente como uma rota comercial, mas um cintur\u00e3o econ\u00f4mico, um espa\u00e7o de profunda integra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. Em outros termos, significa que a China organizar\u00e1 e liderar\u00e1 uma parcela crescente das cadeias de suprimentos globais, reservando para si os segmentos de produ\u00e7\u00e3o mais complexos e criando fortes v\u00ednculos de interdepend\u00eancia e colabora\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses. Politicamente, <i>\u201cdeeper links of investment, infrastructure and trade can be used as leverage to shape relations with other countries even more in its favor.\u201d<\/i> (MA\u00c7\u00c3ES, 2018, p.30)&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A constru\u00e7\u00e3o da NRS se baseia numa estrat\u00e9gia geoecon\u00f4mica, compreendida como o uso de instrumentos econ\u00f4micos para fins geopol\u00edticos, tal qual definido por Blackwill e Harris (2016, p.20). A utiliza\u00e7\u00e3o de corredores de infraestrutura contribuem para a cria\u00e7\u00e3o de uma Eur\u00e1sia cada vez mais sinoc\u00eantrica, cujo vetor do desenvolvimento mundial resultaria em rela\u00e7\u00f5es de crescente poder chin\u00eas, com o objetivo final de criar uma nova economia global centralizada no Imp\u00e9rio do Meio. Logo, ap\u00f3s o com\u00e9rcio, os distintos fluxos propostos pela NRS seguir\u00e3o e exercer\u00e3o influ\u00eancia tanto cultural quanto politicamente. Parafraseando Mackinder quanto ao dom\u00ednio do cora\u00e7\u00e3o continental, <i>\u201cwhoever is able to build and control the infrastructure linking the two ends of Eurasia will rule the world.\u201d<\/i> (MA\u00c7\u00c3ES, 2018, p.2)&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O Cintur\u00e3o e Rota \u00e9 o \u00fanico projeto de desenvolvimento multilateral de grande escala no s\u00e9culo XXI; \u00e9 a matriz do planejamento chin\u00eas de longo prazo; \u00e9 a ideia de construir uma nova ordem mundial, substituindo o sistema internacional liderado pelas pot\u00eancias ocidentais; \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o da transforma\u00e7\u00e3o da China de uma pot\u00eancia regional em uma pot\u00eancia global. Nesta nova ordem mundial, a proje\u00e7\u00e3o de poder de Pequim alcan\u00e7aria mais de dois ter\u00e7os do mundo, refletindo a mudan\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o a uma estrat\u00e9gia de pol\u00edtica externa mais ativa, que visa moldar o ambiente externo chin\u00eas em vez de apenas se adaptar a ele. Em suma, o s\u00e9culo XXI \u00e9 o s\u00e9culo asi\u00e1tico, cujos acontecimentos nos pa\u00edses da Rota da Seda ganham cada vez mais relev\u00e2ncia: decis\u00f5es em Pequim e Moscou, em Teer\u00e3 e Riad, em D\u00e9lhi e Islamabad, em Cabul, Ancara, Damasco e Jerusal\u00e9m, tendem crescentemente a moldar as rela\u00e7\u00f5es internacionais contempor\u00e2neas. (FRANKOPAN, 2018, p.7) Como afirma Ma\u00e7\u00e3es (2018, p.30), <i>\u201cthe Belt and Road is the name for a global order infused with Chinese political principles and placing China at its heart<\/i>.\u201d&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b><br \/><\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas&nbsp;<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">BLACKWILL, Robert; HARRIS, Jennifer. <i>War by other means: <\/i>geoeconomics and statecraft. Cambridge, Massachusetts: The Belknap Press of Harvard University Press, 2016.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">FRANKOPAN, Peter. <i>The new silk roads: t<\/i>he present and the future of the world. London: Bloomsbury Publishing, 2018.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">MA\u00c7\u00c3ES, Bruno. <i>Belt and Road:<\/i> a chineses world order. London: Hurst, 2018.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">STUENKEL, Oliver. <i>Post-western world:<\/i> how emerging powers are remaking global order. Malden, MA: Polity Press, 2016.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/u\/1\/blogger.g?blogID=2974965557809810859#_ftnref1\">[1]<\/a> Na estrat\u00e9gia militar, um choke point (ou ponto de estrangulamento) \u00e9 uma caracter\u00edstica geogr\u00e1fica pelo qual uma for\u00e7a armada \u00e9 obrigada a passar para atingir seu objetivo, corriqueiramente uma frente substancialmente mais estreita, diminuindo muito seu poder de combate.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Volume 7 | N\u00famero 68 | Jan. 2020 Por Bernardo Salgado Rodrigues&nbsp; Wikipedia<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[658],"tags":[],"class_list":["post-1630","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-volume7"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1630","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1630"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1630\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2295,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1630\/revisions\/2295"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1630"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1630"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1630"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}