{"id":1724,"date":"2016-09-26T08:28:00","date_gmt":"2016-09-26T11:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/?p=1724"},"modified":"2022-05-05T00:30:50","modified_gmt":"2022-05-05T03:30:50","slug":"america-lachina-nova-etapa-da-dependencia-latino-americana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/?p=1724","title":{"rendered":"Am\u00e9rica &#8220;LaChina&#8221;: nova etapa da depend\u00eancia latino-americana?"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">Por Bernardo Salgado&nbsp;Rodrigues<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<table align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-qzbWShusrc4\/V-kGNQoTaXI\/AAAAAAAAAw4\/8hGUCumx5awL12NlPgtTGk63TqRTiJdXACLcB\/s1600\/work-1000618_640.jpg\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"213\" src=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-qzbWShusrc4\/V-kGNQoTaXI\/AAAAAAAAAw4\/8hGUCumx5awL12NlPgtTGk63TqRTiJdXACLcB\/s320\/work-1000618_640.jpg\" width=\"320\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\">Pixabay.com<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A China \u00e9 o fen\u00f4meno mais ilustrativo da nova etapa de reprodu\u00e7\u00e3o do sistema mundial na atualidade. Com uma economia que cresce a taxas de 10% a.a. ao longo de duas d\u00e9cadas, vem influenciando a economia mundial, alterando pre\u00e7os e deslocando fluxos de com\u00e9rcio e de investimento. Recentemente, h\u00e1 a constata\u00e7\u00e3o do interesse chin\u00eas na evolu\u00e7\u00e3o de suas rela\u00e7\u00f5es exteriores com a Am\u00e9rica Latina que, consequentemente, influencia tanto a regi\u00e3o como um todo como o pa\u00eds asi\u00e1tico. <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Entretanto, h\u00e1 a hip\u00f3tese de uma nova etapa da depend\u00eancia latino-americana a partir da crescente participa\u00e7\u00e3o chinesa, principalmente com rela\u00e7\u00e3o aos recursos naturais. Esse c\u00e2mbio estrutural de maior v\u00ednculo com a pot\u00eancia asi\u00e1tica na reorienta\u00e7\u00e3o da balan\u00e7a comercial, de investimentos e de financiamento materializa alternativas econ\u00f4micas e pol\u00edticas, cujos pa\u00edses latino-americanos devem avaliar se, e em que grau, tal coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 pertinente para alavancar sua potencialidade produtiva, ou se, opostamente, constitui apenas uma ret\u00f3rica reprodutora de padr\u00f5es de subordina\u00e7\u00e3o escamoteados.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><a name='more'><\/a><\/p>\n<p>Atualmente, a China corresponde a um centro c\u00edclico regional, no qual pauta sua estrat\u00e9gia de desenvolvimento na busca de uma inser\u00e7\u00e3o internacional conhecida como <i>going global<\/i>. A partir dessa estrat\u00e9gia, foram elaboradas diretrizes para o investimento externo, que podem ser resumidas em tr\u00eas principais objetivos: acessar recursos naturais escassos no pa\u00eds, fomentar a industrializa\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento tecnol\u00f3gico das empresas nacionais, e aumentar a competitividade das empresas chinesas por meio da promo\u00e7\u00e3o de marcas no exterior e da constru\u00e7\u00e3o de uma rede global de produ\u00e7\u00e3o e fornecimento. (COELHO et AL., 2015)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Desde meados da d\u00e9cada de 1990 at\u00e9 a atualidade, diversos estadistas chineses reafirmaram a import\u00e2ncia da Am\u00e9rica Latina para a estrat\u00e9gia de pol\u00edtica externa da China, cujos interesses econ\u00f4micos e pol\u00edticos passam a ser cada vez mais convergentes. O China&#8217;s Policy Paper On Latin America And The Caribbean \u00e9 considerado um marco nas rela\u00e7\u00f5es sino-latinoamericanas, a partir do momento em que insere a Am\u00e9rica Latina nos interesses de pol\u00edtica externa imediata. Exemplo disso \u00e9 que, ao longo dos \u00faltimos anos, houve a assinatura de in\u00fameros acordos intergovernamentais com mais de vinte na\u00e7\u00f5es latino-americanas e desenvolveram rela\u00e7\u00f5es bilaterais mediante parcerias estrat\u00e9gias.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Entre 2002 e 2011, a corrente de com\u00e9rcio (exporta\u00e7\u00f5es mais importa\u00e7\u00f5es) entre a China e a regi\u00e3o aumentou em aproximadamente 13 vezes. Neste per\u00edodo, as exporta\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica Latina para a China elevaram-se de US$ 6,2 bilh\u00f5es para US$ 86,3 bilh\u00f5es, enquanto as importa\u00e7\u00f5es foram multiplicadas por 127 (de US$ 0,4 bilh\u00e3o para US$ 45,5 bilh\u00f5es) (Comtrade\/ONU), passando a ocupar uma posi\u00e7\u00e3o privilegiada nas rela\u00e7\u00f5es comerciais com os pa\u00edses da regi\u00e3o. Em 1993, a China consumiu menos de 2% das exporta\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica Latina, mas em 2013 foi respons\u00e1vel por 9%.&nbsp; Entretanto, essa import\u00e2ncia foi bastante desigual entre os diferentes setores de exporta\u00e7\u00e3o: a China triplicou a sua quota do total das exporta\u00e7\u00f5es latino-americanas na \u00faltima d\u00e9cada, mais do que triplicou as exporta\u00e7\u00f5es de produtos extrativos e duplicou a sua quota das exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas. Mas a sua demanda por bens manufaturados continua constante, ficando em cerca de 2% das exporta\u00e7\u00f5es de manufaturados da Am\u00e9rica Latina. (RAY et al, 2015)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A China tem sido um motor importante na expans\u00e3o da exporta\u00e7\u00e3o de bens agr\u00edcolas e extrativos da Am\u00e9rica Latina. A demanda chinesa tamb\u00e9m desempenhou um papel no aumento do n\u00edvel geral da maioria das commodities durante o per\u00edodo, aumentando significativamente os termos de troca em favor da Am\u00e9rica Latina. (RAY et al, 2015) Entretanto, parte significativa dos pa\u00edses da regi\u00e3o possui d\u00e9ficit comercial com a China. Ainda, \u00e9 preciso destacar que o padr\u00e3o de com\u00e9rcio, mesmo nos pa\u00edses superavit\u00e1rios, foi marcado por uma rela\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica em que se verificaram elevados super\u00e1vits em favor da regi\u00e3o nos produtos prim\u00e1rios e nas manufaturas intensivas em recursos naturais e crescentes d\u00e9ficits nos produtos manufaturados (de baixa, m\u00e9dia e alta intensidade tecnologia), sobretudo ap\u00f3s a crise internacional, quando a China direcionou parte de suas exporta\u00e7\u00f5es de manufatura da Europa e dos Estados Unidos para a regi\u00e3o. Em contrapartida, as exporta\u00e7\u00f5es da China para a Am\u00e9rica Latina s\u00e3o compostas, fundamentalmente, por produtos eletr\u00f4nicos e mec\u00e2nicos. Concomitantemente, os pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul que possuem um parque industrial consider\u00e1vel s\u00e3o os mais prejudicados com o desenvolvimento dessa especializa\u00e7\u00e3o comercial. (VADELL, 2011)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m da maior conex\u00e3o no com\u00e9rcio, a China vem expandindo de forma expressiva o investimento direto especialmente na segunda metade da d\u00e9cada de 2000. Esse novo papel desempenhado pela China fica circunscrito ao investimento greenfield, ao processo de aquisi\u00e7\u00f5es e fus\u00f5es realizadas por empresas da China na regi\u00e3o e pela amplia\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos de bancos chineses (notadamente o China Development Bank) para firmas e governos. O interesse primordial chin\u00eas tem sido voltado aos recursos naturais e energia (petr\u00f3leo, cobre e ferro), para suprir sua demanda interna. Entre 2005 e 2013, o fluxo de IED chin\u00eas para a Am\u00e9rica Latina cresceu de US$ 3,8 bilh\u00f5es para US$ 16 bilh\u00f5es, sendo que a partir de 2009 verificou-se um expressivo crescimento. O valor acumulado para esse per\u00edodo foi de US$ 101,8 bilh\u00f5es, representado 12,7% do total mundial dos investimentos da China. (The China Global Investment Tracker\/Heritage Foundation).<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O IED chin\u00eas na Am\u00e9rica Latina ficou concentrado, sobretudo, no setor de energia (54,6% do total acumulado entre 2005 e 2013), sendo que deste valor 40% foram direcionados ao segmento do petr\u00f3leo. As participa\u00e7\u00f5es de outros setores de atua\u00e7\u00e3o das empresas chinesas na Am\u00e9rica Latina foram: 17,7% em metais; 14% no setor de transporte (autom\u00f3veis); 4,6 % na agricultura; 4,5% em im\u00f3veis. (The China Global Investment Tracker\/Heritage Foundation). Evidencia-se a estrat\u00e9gia chinesa de garantir o acesso \u00e0s fontes de recursos naturais no per\u00edodo (RAY et al, 2015). A Am\u00e9rica do Sul \u00e9 o destino principal dos IED chineses, que podem ser divididos em tr\u00eas principais categorias, de acordo com seus prop\u00f3sitos: a) \u201corientados aos recursos naturais\u201d (natural resource-seeking); b) \u201corientados ao mercado\u201d (market-seeking) e c) \u201corientados \u00e0 efici\u00eancia\u201d (efficiency-seeking). A grande maioria dos IED com destino \u00e0 Am\u00e9rica do Sul s\u00e3o orientados \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de recursos naturais, em setores de grande demanda da China, como cobre, a\u00e7o, petr\u00f3leo e soja. Ademais, pode-se observar investimento em infraestrutura ligados a facilitar o escoamento desses produtos. (VADELL, 2011)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Desde 2005, a China tornou-se uma fonte adicional de financiamento para a regi\u00e3o, notadamente para os pa\u00edses com dificuldades em acessar o mercado de cr\u00e9dito mundial. Os empr\u00e9stimos concedidos pelos bancos chineses (China Development Bank, Export-Import Bank of China, entre outros) \u00e0s empresas e aos governos da Am\u00e9rica Latina totalizaram entre US$ 118,5 e 125 bilh\u00f5es no acumulado entre 2005 e 2014 (MYERS; GALLAGHER; YUAN, 2016). Desse total, US$ 19 bilh\u00f5es foram destinados ao governo e empresas da Argentina para investimento em energia e, sobretudo, em infraestrutura; US$ 22 bilh\u00f5es para as empresas brasileiras, sendo a maior parte para a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no pr\u00e9-sal brasileiro realizado pela Petrobras; US$ 2,4 bilh\u00f5es para o M\u00e9xico para \u00e1rea de energia e infraestrutura; US$ 2,3 bilh\u00f5es para o Peru, voltados, sobretudo, para equipamentos de minera\u00e7\u00e3o; e US$ 0,150 bilh\u00e3o para empresas do Chile. Apesar de desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento, as finan\u00e7as chinesas para a Am\u00e9rica Latina expandiram-se consideravelmente em 2015. Como nos anos anteriores, o foco principal s\u00e3o as \u00e1reas de infra-estrutura e mat\u00e9rias-primas. Recentemente, a China tamb\u00e9m estabeleceu aproximadamente US$ 35 bilh\u00f5es em fundos de infraestrutura para toda a regi\u00e3o, al\u00e9m de outros projetos. (MYERS; GALLAGHER; YUAN, 2016)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Dos dados acima, podem-se concluir tr\u00eas fatores capitais:&nbsp; <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">1 &#8211; A import\u00e2ncia da China no impulso do crescimento econ\u00f4mico da regi\u00e3o a partir de 2001-2002, fator fundamental para entender a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de muitos pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul ap\u00f3s o fracasso das pol\u00edticas econ\u00f4micas neoliberais e, na contrapartida, intensifica\u00e7\u00e3o do processo de desindustrializa\u00e7\u00e3o e reprimariza\u00e7\u00e3o das economias latino-americanas; <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">2 &#8211; A China \u00e9 altamente dependente de recursos naturais, que faz com que tenha certa instabilidade no sistema internacional e a busca de mercados e suprimento\/oferta por parte do governo chin\u00eas. Para os pa\u00edses latino-americanos, a solu\u00e7\u00e3o seria realizar alian\u00e7as com a China a fim de suprir o mercado chin\u00eas, realizando juntamente com os chineses um processo de industrializa\u00e7\u00e3o dos recursos naturais regionais;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">3 \u2013 Para a Am\u00e9rica Latina, o financiamento em infraestrutura realizado pela China, em portos, rodovias, estradas, ferrovias, s\u00e3o ben\u00e9ficos para a regi\u00e3o reduzir os custos, diminuir gargalos e melhorar a competitividade. Entretanto, a depend\u00eancia da exporta\u00e7\u00e3o de commodities \u00e9 um entrave pelo baixo valor agregado, vulnerabilidade de pre\u00e7os e varia\u00e7\u00f5es internacionais de oferta e demanda.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Os ganhos tempor\u00e1rios dos termos de troca n\u00e3o devem substituir projetos de diversifica\u00e7\u00e3o industrial de maior valor agregado e de fomento cient\u00edfico tecnol\u00f3gico, ou, do contr\u00e1rio, a inser\u00e7\u00e3o latino-americana na economia global ser\u00e1 a mesma dos s\u00e9culos XIX e XX.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Assim, visualizam-se nuances que corroboram a hip\u00f3tese de uma nova etapa da depend\u00eancia latino-americana, devido a especializa\u00e7\u00e3o regressiva da regi\u00e3o, reprimariza\u00e7\u00e3o, desindustrializa\u00e7\u00e3o e a hist\u00f3rica depend\u00eancia em recursos naturais com baixo valor agregado. Diferentemente da constata\u00e7\u00e3o atual, no qual o com\u00e9rcio China-Am\u00e9rica Latina reproduz a assimetria de uma rela\u00e7\u00e3o Norte-Sul &#8211; em detrimento de la\u00e7os Sul-Sul -, a China, no longo prazo e na busca de um mundo multipolar, n\u00e3o deveria repetir a estrat\u00e9gia atlantista, e sim realizar rela\u00e7\u00f5es comerciais com os demais pa\u00edses perif\u00e9ricos horizontalmente, de maneira a reduzir as fronteiras econ\u00f4micas e tecnol\u00f3gicas dos pa\u00edses do Sul Global.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Nesta nova ordem mundial, \u00e9 crucial para a Am\u00e9rica Latina compreender as caracter\u00edsticas de seus v\u00ednculos com a China ao definir sua inser\u00e7\u00e3o global, uma vez que a regi\u00e3o latino-americana serve aos objetivos geopol\u00edticos da nova pol\u00edtica externa chinesa de transformar o sistema internacional num sistema multic\u00eantrico. Assim, \u00e9 crucial para a regi\u00e3o buscar modificar as condi\u00e7\u00f5es internacionais na qual se insere, processo que requer o estabelecimento de estrat\u00e9gias de inser\u00e7\u00e3o internacional que superem o perfil de meros exportadores de commodities no que tange \u00e0s rela\u00e7\u00f5es com os p\u00f3los din\u00e2micos da economia global.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/b><\/div>\n<p><b><\/b><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b><br \/><\/b>COELHO, Diego Bonaldo et al. A ascens\u00e3o da China e seus reflexos no Brasil: fundamentos e evid\u00eancias para uma estrat\u00e9gia de desenvolvimento. <i>Rev. Bras. Inov<\/i>, Campinas, v. 14, p.85-108, jul. 2015.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">MYERS, Margaret; GALLAGHER, Kevin; YUAN, Fei. <i>Chinese Finance to LAC in 2015<\/i>: Doubling Down. The Dialogue, 2016. 9 p.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">RAY, Rebecca et al. <i>China in Latin America<\/i>: Lessons for South-South Cooperationand Sustainable Development. Boston: Boston University, 2015. 26 p.<\/div>\n<p><i><\/i><i><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">VADELL, Javier. A China na Am\u00e9rica do Sul e as implica\u00e7\u00f5es geopol\u00edticas do Consenso do Pac\u00edfico. <i>Revista Sociologia Pol\u00edtica<\/i>, Curitiba, v. 19, p.57-7<i><\/i>9, nov. 2011.<\/div>\n<p><b><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Bernardo Salgado&nbsp;Rodrigues Pixabay.com A China \u00e9 o fen\u00f4meno mais ilustrativo da nova<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[654],"tags":[],"class_list":["post-1724","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-volume3"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1724","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1724"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1724\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2188,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1724\/revisions\/2188"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1724"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1724"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1724"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}