{"id":3222,"date":"2024-08-09T09:00:00","date_gmt":"2024-08-09T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/?p=3222"},"modified":"2024-08-02T01:21:43","modified_gmt":"2024-08-02T04:21:43","slug":"a-parceria-estrategica-china-cazaquistao-e-o-desenvolvimento-de-projetos-infraestruturais-na-asia-central","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/?p=3222","title":{"rendered":"A parceria estrat\u00e9gica China-Cazaquist\u00e3o e o desenvolvimento de projetos infraestruturais na \u00c1sia Central"},"content":{"rendered":"\n<p>Volume 11 | N\u00famero 110 | Ago. 2024<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Por: Victor Felix Alves Rangel<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Rota da Seda, usada por aproximadamente seis mil\u00eanios, foi crucial para a China comercializar com a \u00c1sia Central, Oriente M\u00e9dio e Europa. Sua import\u00e2ncia comercial, especialmente para a seda, era significativa (V\u00c1ZQUEZ, 2019). Ap\u00f3s o decl\u00ednio da Dinastia Yuan em 1368, a China continuou como pot\u00eancia na \u00c1sia, mas enfrentou desafios com as Guerras do \u00d3pio e o imperialismo ocidental (LIU, 2010). Desde a abertura econ\u00f4mica sob Deng Xiaoping (1978-1992), a China tem buscado retornar ao topo do cen\u00e1rio internacional. Com a ascens\u00e3o de Xi Jinping em 2013, o pa\u00eds adotou uma postura mais aberta, evidenciada pela&nbsp;<em>Belt and Road Initiative<\/em>&nbsp;(BRI), um projeto ambicioso que visa fortalecer suas conex\u00f5es globais e comerciais (SHENG, 2012).<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos principais desafios \u00e9 formar uma integra\u00e7\u00e3o est\u00e1vel para o sucesso da BRI, principalmente se tratando da<em>Silk Road Economic Belt<\/em>\u00a0(SREB) ou Cintur\u00e3o Econ\u00f4mico, que basicamente \u00e9 uma ramifica\u00e7\u00e3o terrestre da BRI. Atualmente, o principal parceiro chin\u00eas na regi\u00e3o da \u00c1sia Central \u00e9 a Rep\u00fablica do Cazaquist\u00e3o. Al\u00e9m de seu territ\u00f3rio fazer parte da SREB, ambos pa\u00edses se beneficiam mutuamente de diversos acordos bilaterais que, cada vez mais, se desenvolvem, principalmente a partir da forma\u00e7\u00e3o dos corredores econ\u00f4micos. Um exemplo \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o da liga\u00e7\u00e3o de sa\u00edda para o mar pelo porto de Lianyungang, na China, conectando o Cazaquist\u00e3o, via territ\u00f3rio chin\u00eas, ao Mar do Sul da China, onde est\u00e1 sendo constru\u00edda a base da log\u00edstica de coopera\u00e7\u00e3o entre China e Cazaquist\u00e3o (PIEPER,2021).<\/p>\n\n\n\n<p>No que tange \u00e0 SREB, podemos citar dois principais corredores que passam pelo Cazaquist\u00e3o, sendo um deles situado ao norte do pa\u00eds, se estendendo at\u00e9 a R\u00fassia e uma parte da Europa, passando pela capital Astana, que \u00e9 chamado de\u00a0<em>New Eurasian Continental Bridge\u00a0<\/em>(NELBEC<em>)<\/em>. O outro corredor passa pelo centro do pa\u00eds, onde atravessa o porto de\u00a0<em>Atyra<\/em>\u00a0no Mar C\u00e1spio, Azerbaij\u00e3o, Ge\u00f3rgia e Turquia, contornando a R\u00fassia, chamada de\u00a0<em>China \u2013 Central Asia \u2013 West Asia Economic Corridor<\/em>\u00a0(CCWAEC), sendo ambos de enorme import\u00e2ncia para a BRI (PIEPER,2021).<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o China-Cazaquist\u00e3o vem se aprofundando desde a d\u00e9cada de 1990, ap\u00f3s a independ\u00eancia cazaquistanesa e envolve diversos acordos na esfera cooperativa. Desde ent\u00e3o, o Cazaquist\u00e3o tem sido o principal auxiliar da rota comercial chinesa com a Europa, dado seu posicionamento complacente na maior parte dos casos em disponibilizar parte de seu territ\u00f3rio, servindo como uma ponte na liga\u00e7\u00e3o Eur\u00e1sia, e suas diversas sa\u00eddas e fronteiras com outros pa\u00edses. Desde 2008, os projetos com foco em com\u00e9rcio e infraestrutura t\u00eam sido recorrentes, o principal deles, para ambos os pa\u00edses atualmente, \u00e9 a complementa\u00e7\u00e3o entre BRI e&nbsp;<em>Nurly Zhol&nbsp;<\/em>(KASSENOVA,2013).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>O&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>, em ingl\u00eas \u201c<em>Bright Path\u201d&nbsp;<\/em>ou em portugu\u00eas \u201cCaminho Brilhante\u201d, \u00e9 um projeto de moderniza\u00e7\u00e3o cazaquistan\u00eas criado em 2014 pelo governo Nazarbayev (1991-2019), que investiu o montante de&nbsp;<em>US$9 bilh\u00f5es<\/em>&nbsp;para a moderniza\u00e7\u00e3o dos setores ligados \u00e0 infraestrutura. Por isso, a China enxergou a possibilidade de uma alian\u00e7a. Posteriormente, em 2015, foi articulado entre os presidentes Xi Jinping (China) e Nazarbayev (Cazaquist\u00e3o) o desenvolvimento e a associa\u00e7\u00e3o entre a BRI e a&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>, no intuito de servirem de complemento para o melhor desenvolvimento das transa\u00e7\u00f5es bilaterais, acelera\u00e7\u00e3o do crescimento em moderniza\u00e7\u00e3o e infraestrutura, maior intera\u00e7\u00e3o no setor financeiro e novas rela\u00e7\u00f5es nos setores p\u00fablico e privado (KASSENOVA,2017).<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo explora a import\u00e2ncia dos acordos entre China e Cazaquist\u00e3o para o Cintur\u00e3o Econ\u00f4mico, analisando seu impacto econ\u00f4mico e em infraestrutura no desenvolvimento da SREB. O tema apresentado \u00e9 de suma import\u00e2ncia para entender as vari\u00e1veis ligadas aos desdobramentos pol\u00edticos e econ\u00f4micos na regi\u00e3o asi\u00e1tica, pois cada vez mais esse tema tem ganhado espa\u00e7o no campo acad\u00eamico em diversas \u00e1reas que se relacionam de alguma maneira com as esferas econ\u00f4mica e geopol\u00edtica. A complementaridade da parceria entre SREB-<em>Nurly Zhol<\/em>&nbsp;e a rela\u00e7\u00e3o bilateral entre os pa\u00edses pode ser a chave para que a China desenvolva sua economia, aumentando mais ainda as exporta\u00e7\u00f5es para a Europa (KASSENOVA, 2013).<\/p>\n\n\n\n<p>Entende-se que a China busca uma maior influ\u00eancia entre os pa\u00edses vizinhos e, por isso, \u00e9 importante que seu posicionamento seja mais inclusivo e menos invasivo, pois \u00e9 necess\u00e1rio que a integra\u00e7\u00e3o entre os pa\u00edses na \u00c1sia seja um fator que contribua com a facilita\u00e7\u00e3o de novos acordos, principalmente se forem pautados para desenvolvimento infraestrutural. Certamente a articula\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica externa chinesa deve ser perspicaz para enfrentar cada singularidade das demandas dos pa\u00edses envolvidos na BRI. O Cazaquist\u00e3o tem suas particularidades, seja por quest\u00f5es fronteiri\u00e7as ou por ser um dos maiores pa\u00edses na \u00c1sia Central, e como dito anteriormente sua localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica faz com que seja um pa\u00eds essencial para a passagem da SREB (MOSTAFA, 2018).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 luz do exposto, delimita-se como objetivo deste artigo ampliar os conhecimentos sobre a rela\u00e7\u00e3o bilateral China-Cazaquist\u00e3o, analisando o desenvolvimento conjunto da SREB e&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>. Nesse sentido, busca-se especificamente (1) avaliar a import\u00e2ncia estrat\u00e9gica da rela\u00e7\u00e3o bilateral China-Cazaquist\u00e3o para o desenvolvimento da SREB e&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>; (2) explorar os fatores geopol\u00edticos que interferem nos investimentos ligados \u00e0 SREB; (3) refletir sobre a influ\u00eancia das inten\u00e7\u00f5es chinesas com a inser\u00e7\u00e3o da SREB na regi\u00e3o da \u00c1sia Central.<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o bilateral manifesta uma preocupa\u00e7\u00e3o com o Cintur\u00e3o Econ\u00f4mico, uma vez que a \u00c1sia Central \u00e9 a regi\u00e3o que serve como a base da SREB, j\u00e1 que \u00e9 o caminho mais f\u00e1cil para a Europa. Desta maneira, salienta-se a import\u00e2ncia da regi\u00e3o, assim como o aumento da influ\u00eancia chinesa, visto a atual presen\u00e7a russa. Em rela\u00e7\u00e3o ao Cazaquist\u00e3o, mesmo com diversas estruturas j\u00e1 constru\u00eddas, o governo chin\u00eas tem planos de continuar construindo e facilitando ainda mais sua passagem (GOMES, CASTAGNA, BRUM, 2019). Desta forma, este artigo procura responder a seguinte pergunta: qual a import\u00e2ncia da rela\u00e7\u00e3o bilateral China-Cazaquist\u00e3o no que tange \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da&nbsp;<em>Silk Road Economic Belt<\/em>&nbsp;(SREB) e&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>?<\/p>\n\n\n\n<p>A hip\u00f3tese que se busca comprovar \u00e9 a de que o desenvolvimento de projetos conjuntos, como o&nbsp;<em>Nurly Zhol,<\/em>&nbsp;e a troca de recursos entre os pa\u00edses \u00e9 fundamental para o fortalecimento da SREB, para a continuidade do crescimento do Cazaquist\u00e3o e serve para a manuten\u00e7\u00e3o da hierarquiza\u00e7\u00e3o chinesa na \u00c1sia Central, uma vez que sem o sucesso desta rela\u00e7\u00e3o o papel da China na regi\u00e3o pode ser afetado, trazendo lentid\u00e3o no desenvolvimento da SREB.<\/p>\n\n\n\n<p>A hip\u00f3tese se baseia no fato de que o Cazaquist\u00e3o \u00e9 uma rota para a Europa e um dos mais ricos pa\u00edses da \u00c1sia Central. Compreender essas rela\u00e7\u00f5es \u00e9 crucial, pois podem mudar a din\u00e2mica de uma regi\u00e3o. Se o Cazaquist\u00e3o n\u00e3o estiver preparado para lidar com essas mudan\u00e7as, futuros projetos podem se tornar insignificantes, prejudicando especialmente os pa\u00edses com recursos limitados. Isso \u00e9 especialmente relevante na rela\u00e7\u00e3o entre a China e o Cazaquist\u00e3o, j\u00e1 que a China \u00e9 fundamental para o desenvolvimento do Cazaquist\u00e3o na regi\u00e3o (KASSENOVA, 2017).<\/p>\n\n\n\n<p>A perspectiva te\u00f3rica utilizada neste artigo \u00e9 a Teoria da Hierarquiza\u00e7\u00e3o, apresentada por David C. Kang em sua obra \u201c<em>International relations theory and the Asia-Pacifi<\/em>c\u201d (2003). Basicamente, a teoria de Kang (2003) consiste na elabora\u00e7\u00e3o de um modelo onde os pa\u00edses s\u00e3o hierarquizados no Sistema Internacional de uma forma em que o topo (pa\u00eds central) possua muito mais recursos, sejam eles pautados por fatores militares, tecnol\u00f3gicos ou econ\u00f4micos; e os pa\u00edses na base da cadeia (pa\u00edses menores) de hierarquia, contam com recursos limitados. Dentro desta perspectiva, estes pa\u00edses menores supririam suas necessidades atrav\u00e9s das ajudas e incentivos oferecidos pelo pa\u00eds central que est\u00e1 no topo da cadeia hier\u00e1rquica, oferecendo diversos tipos de recursos, visando o desenvolvimento destes pa\u00edses (KANG, 2003).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O pa\u00eds central tamb\u00e9m seria o respons\u00e1vel por fortalecer as rela\u00e7\u00f5es entres os pa\u00edses menores e realizar a fun\u00e7\u00e3o de assegurar o&nbsp;<em>status quo<\/em>, por\u00e9m sem interferir diretamente no \u00e2mbito dom\u00e9stico dos pa\u00edses, diferindo assim dos conceitos de pot\u00eancia hegem\u00f4nica ou imperialismo. Esta teoria foi escolhida justamente por atender a hip\u00f3tese do trabalho, que visa entender a import\u00e2ncia da rela\u00e7\u00e3o bilateral China-Cazaquist\u00e3o, a influ\u00eancia chinesa na regi\u00e3o e seus impactos. Tal pensamento reafirma a posi\u00e7\u00e3o da China na \u00c1sia Central como uma fortalecedora das rela\u00e7\u00f5es entre os pa\u00edses com menos capacidades materiais, assim como em suas pr\u00f3prias rela\u00e7\u00f5es bilaterais, assumindo um papel de pa\u00eds central para o desenvolvimento da regi\u00e3o (KANG, 2003).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1 Cazaquist\u00e3o e\u00a0<em>Nurly Zhol<\/em>: Entre a heran\u00e7a n\u00f4made e o futuro multilateral na \u00c1sia Central atrav\u00e9s do \u00e1vido projeto infraestrutural.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Cazaquist\u00e3o, na \u00c1sia Central, tem uma hist\u00f3ria marcada por mudan\u00e7as significativas. Ap\u00f3s s\u00e9culos de hist\u00f3ria n\u00f4made, foi conquistado pelo Imp\u00e9rio Russo no s\u00e9culo XVIII e tornou-se uma rep\u00fablica sovi\u00e9tica ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o Russa em 1917. Desde sua independ\u00eancia nos anos 1990, o pa\u00eds passou por mudan\u00e7as pol\u00edticas e econ\u00f4micas para se adaptar ao mundo moderno (HIRO, 2011). Enfrentou desafios na transi\u00e7\u00e3o do socialismo para uma economia de mercado, mas com reformas econ\u00f4micas, sua economia cresceu constantemente. O pa\u00eds busca maior participa\u00e7\u00e3o internacional, sediando confer\u00eancias importantes e melhorando condi\u00e7\u00f5es sociais e educacionais (CURADO, RIBEIRO, 2021).<a><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do crescimento econ\u00f4mico impulsionado por petr\u00f3leo, g\u00e1s e minera\u00e7\u00e3o, o Cazaquist\u00e3o enfrenta desafios como a depend\u00eancia de commodities e a necessidade de diversifica\u00e7\u00e3o (MOLDAKENOVA, 2020). Classificado como &#8220;n\u00e3o livre&#8221; pela&nbsp;<em>Freedom House<\/em>, o pa\u00eds enfrenta cr\u00edticas pela restri\u00e7\u00e3o \u00e0 liberdade de express\u00e3o, limita\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e censura da m\u00eddia (FREEDOM HOUSE, 2022).<a><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>O Cazaquist\u00e3o tem uma pol\u00edtica externa baseada no multilateralismo, participando de v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es internacionais como a Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o de Xangai (OCX), a Comunidade dos Estados Independentes (CEI), a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) e a&nbsp;&nbsp;Organiza\u00e7\u00e3o para a Seguran\u00e7a e Coopera\u00e7\u00e3o na Europa (OSCE). O pa\u00eds pode ser considerado um importante mediador em quest\u00f5es internacionais (RAKHIMOV, KURYLEV, KHIMICH, 2020). O pa\u00eds busca fortalecer seu ambiente de neg\u00f3cios, incentivando o investimento estrangeiro e fazendo parte de acordos comerciais importantes, como com a China, UE e EUA (idem) (KJ\u00c6RNET, 2008).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Enfrentando desafios pol\u00edticos e sociais, o Cazaquist\u00e3o est\u00e1 implementando reformas econ\u00f4micas para garantir um futuro pr\u00f3spero (KASSEN, 2018). A inser\u00e7\u00e3o do Cazaquist\u00e3o na economia global \u00e9 desafiadora, exigindo considera\u00e7\u00e3o dos interesses compartilhados e interdepend\u00eancia regional. Estabelecer diretrizes claras para coopera\u00e7\u00e3o mutuamente vantajosa nos mercados internacionais \u00e9 crucial para evitar complica\u00e7\u00f5es futuras nas rela\u00e7\u00f5es internacionais do pa\u00eds. Esses desafios devem ser abordados de maneira abrangente e interligada, levando em considera\u00e7\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de cada pa\u00eds e a necessidade de desenvolvimento dom\u00e9stico (CHOI, CHUNG, YOUNG, 2019).<\/p>\n\n\n\n<p><em>Nurly Zhol<\/em>, que significa &#8220;Caminho Brilhante&#8221; em cazaque, \u00e9 uma iniciativa para construir uma rede de transporte moderna no Cazaquist\u00e3o, incluindo estradas, ferrovias e aeroportos, visando melhorar a conectividade do pa\u00eds com outras regi\u00f5es da \u00c1sia Central, R\u00fassia, China e Europa (CAZAQUIST\u00c3O, 2021). Lan\u00e7ado em 2014 pelo presidente Nursultan Nazarbayev, o projeto visa impulsionar o desenvolvimento nacional, criar empregos e aumentar a competitividade. Apesar de enfrentar desafios como atrasos e problemas de financiamento, o governo est\u00e1 determinado a implement\u00e1-lo e alcan\u00e7ar seus objetivos a longo prazo e, nesse sentido, a rela\u00e7\u00e3o com a China \u00e9 estrat\u00e9gica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2 As rela\u00e7\u00f5es bilaterais Cazaquist\u00e3o-China: O di\u00e1logo entre\u00a0<em>Belt and Road<\/em>\u00a0e<em>\u00a0Nurly Zhol<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A China \u00e9 o principal parceiro no desenvolvimento do projeto, investindo tamb\u00e9m em outros setores como energia, com a constru\u00e7\u00e3o de oleodutos, gasodutos e usinas. Isso \u00e9 poss\u00edvel devido ao interesse chin\u00eas no territ\u00f3rio cazaque, rico em recursos naturais e estrategicamente localizado como corredor de transporte entre a China e a Europa (CAZAQUIST\u00c3O, 2021). O alinhamento do Cazaquist\u00e3o com a China vai al\u00e9m dos benef\u00edcios comerciais, pois a China \u00e9 vista como um modelo a ser seguido, especialmente em quest\u00f5es internacionais, onde os dois pa\u00edses frequentemente votam juntos em organiza\u00e7\u00f5es como a ONU. O Cazaquist\u00e3o tamb\u00e9m apoia iniciativas internacionais da China, como o Banco Asi\u00e1tico de Investimento em Infraestrutura (ISAACS, 2020). A coopera\u00e7\u00e3o no setor de energia \u00e9 um dos aspectos mais importantes do di\u00e1logo entre o Cazaquist\u00e3o e a China, especialmente no mercado de hidrocarbonetos. A participa\u00e7\u00e3o dessas empresas chinesas na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Cazaquist\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 45 milh\u00f5es de toneladas, o que equivale a mais de 50% da produ\u00e7\u00e3o anual total de petr\u00f3leo. Al\u00e9m disso, destaca-se a import\u00e2ncia da constru\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o da refinaria de Atyra, em parceria com a Sinopec, e da refinaria de Shymkent, com a participa\u00e7\u00e3o da CNPC (HARUTYUNYAN,2022).<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre a China e o Cazaquist\u00e3o pode ser considerada hierarquizada, de acordo com a perspectiva de Kang (2003). Essa abordagem est\u00e1 alinhada com v\u00e1rias caracter\u00edsticas mencionadas pelo autor, as quais influenciam a din\u00e2mica da rela\u00e7\u00e3o. \u00c9 evidente o conceito de hierarquiza\u00e7\u00e3o entre os dois pa\u00edses por meio da an\u00e1lise da quantifica\u00e7\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o. A China investe uma parcela significativa de seu or\u00e7amento no desenvolvimento do Cazaquist\u00e3o, enquanto o governo cazaque, por sua vez, concede liberdade para a entrada de capital humano, empresas e projetos de constru\u00e7\u00e3o em seu territ\u00f3rio. Essa interdepend\u00eancia ressalta a din\u00e2mica hier\u00e1rquica na qual a China desempenha um papel de um pa\u00eds de topo hier\u00e1rquico, enquanto o Cazaquist\u00e3o se beneficia desses investimentos e oportunidades (AMEYAW-BROBBEY, AMABLE,2023).<\/p>\n\n\n\n<p>A coopera\u00e7\u00e3o sino-cazaque no campo da energia resultou no gasoduto Central \u00c1sia-China, que abastece metade das importa\u00e7\u00f5es de g\u00e1s natural da China (VALEEV, KADYROVA, 2015). O Cazaquist\u00e3o tamb\u00e9m busca se tornar uma rota de com\u00e9rcio entre a Europa e a \u00c1sia, com projetos como a rodovia Europa Ocidental-China Ocidental. Outros esfor\u00e7os incluem a constru\u00e7\u00e3o de terminais log\u00edsticos e zonas econ\u00f4micas especiais. Essas iniciativas visam melhorar a infraestrutura de transporte e promover o com\u00e9rcio entre os pa\u00edses envolvidos (ISLAMJANOVA,2017).<\/p>\n\n\n\n<p>A complementa\u00e7\u00e3o entre o&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>&nbsp;e a SREB ocorre por meio de uma s\u00e9rie de estrat\u00e9gias adotadas pelos dois pa\u00edses. O objetivo principal \u00e9 alinhar a&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>&nbsp;com a vis\u00e3o da SREB, a fim de impulsionar o desenvolvimento econ\u00f4mico, aprimorar a infraestrutura de transporte e promover a conectividade regional. Um dos pontos de converg\u00eancia entre essas duas iniciativas \u00e9 a melhoria da infraestrutura e log\u00edstica. O governo cazaque est\u00e1 empenhado em desenvolver uma ampla rede de estradas, ferrovias, portos e aeroportos, visando aprimorar a conectividade n\u00e3o apenas dentro do pa\u00eds, mas tamb\u00e9m com as na\u00e7\u00f5es vizinhas. Essas melhorias na infraestrutura est\u00e3o em sintonia com os objetivos da SREB, que busca estabelecer uma rede log\u00edstica eficiente para impulsionar o com\u00e9rcio e o interc\u00e2mbio econ\u00f4mico (HARUTYUNYAN, 2022).<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto a&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>&nbsp;quanto a SREB enfatizam o desenvolvimento de zonas econ\u00f4micas especiais como forma de atrair investimentos e promover o com\u00e9rcio. V\u00e1rias \u00e1reas ao longo da SREB tiveram essas zonas estabelecidas, com o intuito de atrair investimentos n\u00e3o apenas da China, mas tamb\u00e9m de outros pa\u00edses. Essas zonas econ\u00f4micas especiais s\u00e3o concebidas para facilitar o com\u00e9rcio, melhorar a log\u00edstica e estimular a coopera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica entre os pa\u00edses envolvidos. Al\u00e9m disso, a coopera\u00e7\u00e3o bilateral e a assinatura de acordos comerciais desempenham um papel fundamental na complementa\u00e7\u00e3o entre a&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>&nbsp;e a SREB. O governo do Cazaquist\u00e3o busca fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o com a China, em particular, por meio da facilita\u00e7\u00e3o de fronteiras, da coopera\u00e7\u00e3o em setores estrat\u00e9gicos como energia e investimentos, e da promo\u00e7\u00e3o de parcerias estrat\u00e9gicas (DAVE, 2018).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para colocar o plano em pr\u00e1tica, os governos desenvolveram um programa especial para transferir capacidade industrial da China para o Cazaquist\u00e3o. Inicialmente, o programa abrangia 51 projetos, no valor de aproximadamente US$26 bilh\u00f5es, abarcando desde o desenvolvimento da ind\u00fastria qu\u00edmica e infraestrutura de transporte at\u00e9 o apoio ao agroneg\u00f3cio e tecnologias da informa\u00e7\u00e3o. Embora a lista n\u00e3o esteja finalizada e possa sofrer altera\u00e7\u00f5es, ela vai al\u00e9m de boas inten\u00e7\u00f5es, pois \u00e9 composta por projetos altamente vi\u00e1veis, alguns dos quais j\u00e1 est\u00e3o em andamento (BITABAROVA,2018).<\/p>\n\n\n\n<p>Se focarmos no escopo econ\u00f4mico, a intensifica\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a chinesa no setor corporativo e p\u00fablico da economia cazaque ocorre principalmente por meio de empr\u00e9stimos e endividamento, com menos \u00eanfase em investimento estrangeiro direto, o que acarreta custos mais altos para a manuten\u00e7\u00e3o do<strong>&nbsp;<\/strong>total de juros pagos e de capital reembolsado que uma empresa precisa realizar. Eles apontam que os grandes investidores chineses t\u00eam um certo controle sobre essas quest\u00f5es econ\u00f4micas, aumentando a depend\u00eancia das exporta\u00e7\u00f5es de mat\u00e9rias-primas, a estagna\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o local e a sa\u00edda de capital do Cazaquist\u00e3o para a China, gerando problemas para a economia do pa\u00eds (HARUTYUNYAN, 2022). Assim, ao analisarmos a rela\u00e7\u00e3o entre a China e Cazaquist\u00e3o, \u00e9 evidente a presen\u00e7a do processo de hierarquiza\u00e7\u00e3o. Isso se torna mais aparente ao observarmos os investimentos e o com\u00e9rcio, incluindo a SREB.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo chin\u00eas tem se mostrado como principal parceiro para o desenvolvimento do projeto cazaque, pois frequentemente o governo investe em outros projetos adjacentes, como no setor de energia, com a constru\u00e7\u00e3o de oleodutos, gasodutos e usinas. A China tamb\u00e9m est\u00e1 trabalhando na constru\u00e7\u00e3o de uma ferrovia de alta velocidade que ligar\u00e1 a cidade chinesa de&nbsp;<em>Urumqi&nbsp;<\/em>a cidades do Cazaquist\u00e3o e depois \u00e0 Europa, possivelmente. Mas esses investimentos somente s\u00e3o poss\u00edveis por conta do interesse chin\u00eas no territ\u00f3rio cazaque, e sua import\u00e2ncia para planos maiores e mais duradouros.&nbsp;&nbsp;Por ser um pa\u00eds rico em recursos naturais, incluindo petr\u00f3leo, g\u00e1s natural, ur\u00e2nio e minerais, e ser um importante corredor de transporte entre a China e a Europa, se fazem necess\u00e1rios investimentos que aproximem as rela\u00e7\u00f5es e os pa\u00edses (CAZAQUIST\u00c3O, 2021).<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es Finais\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo do artigo foi analisar a coopera\u00e7\u00e3o China-Cazaquist\u00e3o, focando no aumento das trocas comerciais e na rela\u00e7\u00e3o de investimentos em infraestrutura, como complementa\u00e7\u00e3o da SREB e&nbsp;<em>Nurly Zhol<\/em>. A hip\u00f3tese \u00e9 que esses projetos conjuntos s\u00e3o fundamentais para fortalecer a SREB e manter a hierarquiza\u00e7\u00e3o chinesa na \u00c1sia Central, garantindo sua influ\u00eancia na regi\u00e3o. Esta coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 crucial devido a fatores estrat\u00e9gicos e econ\u00f4micos. Esses projetos de infraestrutura como estradas, ferrovias e oleodutos beneficiam ambos os pa\u00edses e aumentam a conectividade regional. A parceria fortalece a estabilidade na \u00c1sia Central, crucial para prevenir instabilidades, fator de suma import\u00e2ncia para a China. Para o Cazaquist\u00e3o, a coopera\u00e7\u00e3o diversifica a economia, reduz a depend\u00eancia de&nbsp;<em>commodities&nbsp;<\/em>e promove o desenvolvimento de outros setores. Essa colabora\u00e7\u00e3o estimula o crescimento econ\u00f4mico e melhora as condi\u00e7\u00f5es sociais e de infraestrutura, impactando positivamente na integra\u00e7\u00e3o e no desenvolvimento da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Como vimos, a China busca trazer influ\u00eancia pac\u00edfica e utilit\u00e1ria por meio da BRI, aumentando sua credibilidade e expandindo suas parcerias na regi\u00e3o. A rela\u00e7\u00e3o bilateral beneficia ambos os pa\u00edses, mas prioriza os interesses chineses, mantendo sua posi\u00e7\u00e3o hier\u00e1rquica e impulsionando o desenvolvimento m\u00fatuo. A continuidade dessas parcerias e projetos conjuntos demonstra a efic\u00e1cia dessa estrat\u00e9gia e seu impacto positivo na regi\u00e3o.<a><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>AMEYAW-BROBBEY, Thomas; AMABLE, Dennis Senam. 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Dispon\u00edvel em: &lt;&nbsp;<\/a><a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/profile\/Stina-Torjesen\/publication\/265273844_Big_Business_and_High-level_Politics_in_Kazakhstan_An_Everlasting_Symbiosis\/links\/54f5799b0cf2ba6150662327\/Big-Business-and-High-level-Politics-in-Kazakhstan-An-Everlasting-Symbiosis.pdf\">Big Business and High-level Politics in Kazakhstan: An Everlasting Symbiosis?<\/a><a href=\"https:\/\/freedomhouse.org\/country\/kazakhstan\/freedom-world\/2022\">&nbsp;&gt; Acesso em: 15, Abr, de 2023<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>LI, Peiyue et al. Building a new and sustainable \u201cSilk Road economic belt\u201d.&nbsp;<strong>Environmental Earth Sciences<\/strong>, v. 74, n. 10, p. 7267-7270, 2015. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s12665-015-4739-2\">https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s12665-015-4739-2<\/a>&gt; Acesso em: 16 Abr, de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>LIU, Xinru.&nbsp;<strong>The Silk Road in world history<\/strong>. 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The linchpin of Eurasia: Kazakhstan and the Eurasian economic union between Russia\u2019s defensive regionalism and China\u2019s new Silk Roads.&nbsp;<strong>International Politics<\/strong>, v. 58, n. 3, p. 462-482, 2021. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1057\/s41311-020-00244-6\">https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1057\/s41311-020-00244-6<\/a>&gt; Acesso em: 15 Abr, de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>RAKHIMOV, K. Kh.; KURYLEV, K.P.; KHIMICH,G. A Intera\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o de Xangai com Organiza\u00e7\u00f5es Internacionais e Regionais para a Manuten\u00e7\u00e3o da Paz Internacional e Seguran\u00e7a Coletiva.&nbsp;<strong>Quest\u00f5es de rela\u00e7\u00f5es nacionais e federais<\/strong>, v. 10, n. 9, p. 2322-2338, 2020. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/etnopolitolog.ru\/index.php\/ru\/soderzhanie-vypuskov\/9-66-2020\">https:\/\/etnopolitolog.ru\/index.php\/ru\/soderzhanie-vypuskov\/9-66-2020<\/a>&nbsp;&gt; Acesso em: 15, Abr, 2023<\/p>\n\n\n\n<p>SHENG, Shu.&nbsp;<strong>A hist\u00f3ria da China Popular no s\u00e9culo XX<\/strong>. Editora FGV, 2012. Dispon\u00edvel em:&lt;<a href=\"https:\/\/books.google.com.br\/books?hl=pt-BR&amp;lr=&amp;id=3YllDwAAQBAJ&amp;oi=fnd&amp;pg=PP1&amp;dq=a+historia+da+china+popular+no+seculo+XX+shu+sheng&amp;ots=HW9DK_p-dP&amp;sig=Agdf3Jxq6l24hZDBNXwvUoz3Ws0#v=onepage&amp;q=a%20historia%20da%20china%20popular%20no%20seculo%20XX%20shu%20sheng&amp;f=false\">https:\/\/books.google.com.br\/books?hl=pt-BR&amp;lr=&amp;id<\/a>&gt; Acesso em: 11 Jun, de 2023<\/p>\n\n\n\n<p>THE WALL STREET JOURNAL, \u201c<a href=\"https:\/\/www.wsj.com\/podcasts\/google-news-update\/chinas-new-silk-road-rail-network-suffers-setback\/730F2C59-0FED-42F0-BBB8-8CFC9FB431CA\"><strong><em>China\u2019s New Silk Road Rail Network Suffers Setback<\/em><\/strong><\/a><strong><em>\u201d,&nbsp;<\/em><\/strong>2022.&nbsp;Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.wsj.com\/podcasts\/google-news-update\/chinas-new-silk-road-rail-network-suffers-setback\/730f2c59-0fed-42f0-bbb8-8cfc9fb431ca\">https:\/\/www.wsj.com\/podcasts\/google-news-update\/chinas-new-silk-road-rail-network-suffers-setback\/730f2c59-0fed-42f0-bbb8-8cfc9fb431ca<\/a>&nbsp;&gt; Acesso em 03 Jun, de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>VALEEV, Ramil M.; KADYROVA, Leysan I. Formation and development of bilateral relations of the Republic of Kazakhstan and the People&#8217;s Republic of China in 1990-e-2000s.&nbsp;<strong>Journal of sustainable development<\/strong>, v. 8, n. 4, p. 277, 2015. Acesso em: 01 Jun, 2023.&nbsp;Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net\/90014208\/506e344f94792c9ef6db6a217c65f251962f-libre.pdf?1661075292=&amp;response-content-disposition=inline%3B+filename%3DFormation_and_Development_of_Bilateral_R.pdf&amp;Expires=1686843712&amp;Signature=OhvJaY-J~do4RF1d3hpX7GDtquD7D83PWTILTBqy8yNH4vAlNNINpzsND1N2HWXW0C-RHoamHBmcr7NQ6b~auUBgG9U7GWyQjM40Ah-WrSg-anQNDvxOqRpOd3vVIQI2Xnf7yM8XyywefFdzoirMOZPwcnwgSG6bBNRVyRXvQCQujC0FEQxK4SCLqwBMmGUsioWnI0BsoKpVFnOTjoTcm9BPhmOpI3qKcFzYf4tNUpuMVdM5gg3f4366xPN1Fac0WO-DjL5FwOwSsb6M8yf~mhkrhwH6F9eq4R-O4g53VA7Vjfvt0CLiJTEKh56Y6EVMwXpfQ~n9mTNu22s-shgbgQ__&amp;Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA\">https:\/\/d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net\/90014208\/506e344f94792c9ef6db6a217c65f251962f-libre.pdf<\/a>&nbsp;&gt;<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00c1ZQUEZ, Daniel Day. A Rota da Seda, o Colar de P\u00e9rolas e a competi\u00e7\u00e3o pelo \u00cdndico. (Parte 1\/3).\u00a0<strong>Revista de Geopol\u00edtica<\/strong>, v. 4, n\u00ba 2, p. 127 &#8211; 154, dez. 2013. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/revistageopolitica.com.br\/index.php\/revistageopolitica\/article\/viewFile\/92\/91\">http:\/\/revistageopolitica.com.br\/index.php\/revistageopolitica\/article\/viewFile\/92\/91<\/a>> Acesso em: 12 Jun, de 2022.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Victor Felix Alves Rangel<\/strong> possui forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais pelo Centro Universit\u00e1rio La Salle do Rio de Janeiro, com especializa\u00e7\u00e3o em Diplomacia Corporativa e Marketing Internacional pela ESRI (Escola Superior de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais), com foco em estudos sobre a \u00c1sia. Possui tr\u00eas anos de experi\u00eancia profissional no setor farmac\u00eautico, com \u00eanfase na \u00e1rea administrativa. Atualmente, \u00e9 graduando em Farm\u00e1cia pela Universidade Est\u00e1cio de S\u00e1.Lattes:\u00a0<a href=\"https:\/\/wwws.cnpq.br\/cvlattesweb\/PKG_MENU.menu?f_cod=D61BE76085D1EE441E94825940138A5B\">https:\/\/lattes.cnpq.br\/6502069656775019<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Volume 11 | N\u00famero 110 | Ago. 2024 Por: Victor Felix Alves Rangel<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3211,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[646,645,685],"tags":[],"class_list":["post-3222","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-edicao-atual","category-edicao-especial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3222","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3222"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3222\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3227,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3222\/revisions\/3227"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3211"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3222"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3222"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dialogosinternacionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3222"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}